Um amor chamado “chá”

17.03.2016

Não sei a relação de vocês, mas a minha vida começou a ficar melhor depois que comecei a tomar chá todos os dias — e algumas muitas vezes por dia, diga-se de passagem. Consegui curar uma gastrite nervosa, nervos à flor da pele, e muitas outras condições pessoais, com o auxílio dessa maravilha.

Há alguns anos eu era a tal “café com leite”, que não conseguia tomar nada além de leite — com café, chocolate e suas variações — pela manhã e durante o dia. Até hoje não tomo café puro, mas o chá… Ah, o chá…

(Alena Haurylik)

(Alena Haurylik)

Meu tio, um ótimo vegano, sempre me perguntou como que eu tinha o sonho de ir para a Inglaterra, sendo que não bebia chá. Quando eu era pequena, tomava muito… só que mate. Com o tempo, meu estômago passou a ter uma rejeição absurda a coisas fortes, como chá mate, cappuccino, gengibre etc., daí parei. Hoje consigo tomar cappuccino e coisas com gengibre sem passar mal, mas o chá mate… já era.

Quando comecei a trabalhar na editora, minha jornada diária mudou consideravelmente. Antes, era uma estagiária que trabalhava 6 horas por dia e levava marmita para almoçar na agência. Depois, passei a trabalhar 8 horas, mais horário de almoço e tempo gasto no transporte público e na faculdade, ou seja, mais de 16 horas fora de casa, comendo comida não muito saudável e ainda tendo esse estresse de estar fora por muito tempo.

Com tudo isso, eu precisava comer mais vezes no dia (imagina passar mal?) e tomar algo que não fosse só água (desculpa, mãe). Na copa da editora tem uma bancadinha cheia de chás, foi lá que experimentei o de morango; nem gosto dele de hoje, mas foi minha porta de entrada para o magnífico Universo do Chá.

(Ramon Antinolo)

(Ramon Antinolo)

Uma das melhores iniciativas que tomei na vida (haha!), foi tornar o ato de tomar chá um hábito. É claro que comecei aos poucos, com sabores cítricos e com muito açúcar, porém hoje encaro os temidos chás pretos e verdes, de várias origens.

Hoje, sou grata e orgulhosa em dizer que beber chá é um de meus maiores vícios — e é um vício bom. Tem dia que consigo tomar quatro, cinco vezes, sempre variando o sabor, sem que me faça mal. É claro que tudo em excesso não é bom — tipo chá preto, não faça isso! –, mas eu bebo sem medo.

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Eu, a personificação da felicidade, em frente à única loja da Twinings no mundo, desde 1706.

Quando fui para a Inglaterra, disse para minha família que traria uma mala só de caixas da Twinings, porém acabei não fazendo isso — embora tenha trazido bastante, nunca é o suficiente. O negócio é tão divino que no nosso quarto tinha uma chaleira elétrica, fazendo-me, assim, tomar um belo chá toda noite, antes de dormir, e às vezes na parte da manhã também.

(eriyalim)

(eriyalim)

Vocês gostam de chá? Contem aqui quais são seus favoritos!

E isso aqui é só um teaser para o que vem por aí…


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Francine C. Silva

gosta de compartilhar amor, de trazer felicidade quando a encontra e de dar abraços, se você precisa de um. É uma publicitária sonhadora, que transformou seu hobbie em profissão e hoje trabalha com o que mais gosta: escrever. Sempre carrega um bloco de notas e uma caneta na bolsa, vive organizando suas estantes de livros e tem um cachorro chamado Chuck Berry.



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