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24 ago, 2016

Resenha: “Gilmore Girls”

Muito provavelmente você já ouviu falar em Gilmore Girls. Não apenas por ser uma série maravilhosa, mas porque recentemente a Netflix anunciou que teremos um revival, após 9 anos do término da sétima temporada. E aproveitando que todos voltaram a falar desta lindeza, resolvi contar um pouco mais sobre a série, para aqueles que ainda não assistiram irem correndo pra frente da TV e engolir todos os episódios de uma vez só.

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As protagonistas são Lorelai e Rory Gilmore, respectivamente mãe e filha, que também são melhores amigas. Lorelai é uma mulher independente e engraçada, enquanto Rory é mais reservada e muito estudiosa, totalmente viciada em livros (aqui você encontra uma relação dos muitos citados na série <3). Além disso, as duas são loucas por filmes (mais uma lista, dessa vez com os filmes mencionados), gordices e café!

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Para dar uma visão geral sobre a história, Lorelai engravidou com apenas 16 anos e criou sua filha sozinha, distante dos rígidos pais, que desejavam que ela participasse da alta sociedade da qual eles fazem parte. Elas, então, passaram a viver numa cidadezinha fictícia chamada Stars Hollow, que tem como habitantes figuras únicas como Miss Patty, uma professora de dança muito exótica, Sookie, uma chef de cozinha talentosíssima e mega atrapalhada, a melhor amiga de Rory, Lane, e o rabugento Luke, que trabalha na lanchonete da cidade. Estes e outros personagens (como os sempre lindos namorados de Rory), somados aos diálogos rápidos, recheados de referências da cultura popular e comentários irônicos e sarcásticos, são a receita certa para você viciar na rotina das garotas Gilmore e desejar estar lá com elas.

Provando que tudo dito acima é pura verdade, há muita ansiedade pela estreia da oitava temporada, em 25 de novembro, e muita emoção por ver estes personagens retornando! Serão 4 episódios de 90 minutos, totalizando 6 lindas horas, sendo que cada um se passará em uma estação do ano. Ao que parece, o primeiro episódio vai lidar com o luto do pai de Lorelai, Richard Gilmore, pois o ator Edward Herrmann faleceu em 2014. :( Abaixo você confere o teaser com uma cena maravilhosa, mas que não fará parte da história em si:

Se você quiser conhecer melhor a série ou fazer como eu, e assistir novamente todos os episódios, eles já estão disponíveis na Netflix. E que novembro chegue bem rapidinho! :)

19 jul, 2016

Resenha: “The Tudors”, série da Showtime

Já que eu dei a louca das séries, ainda mais de férias da faculdade, fui me aventurar pelo mundo de indicações da Netflix. Me deparei com The Tudors. Minha amiga, que já tinha assistido, me convenceu a continuar a ver.
O incentivo dela só ajudou, porque a série é ótima. E se você, assim como eu, não assistiu ou já ouviu falar e ficou com preguiça, vale muito a pena ver.

Divulgação/HBO

Divulgação/HBO

No período em que “The Tudors” começa, Henrique VIII (vivido por Jonathan Rhys Meyers), então casado com Catarina de Aragão (Maria Doyle Kennedy), princesa de Espanha, católica convicta e adorada pela população inglesa.

Apesar de acomodado no casamento, o rei não era exatamente flor que se cheire. Henrique pegava todas as mulheres que ele achava bonita, inclusive casadas.

A série retrata bem a insatisfação de Catarina, claro que ela sabia tudo o que se passava por seu reino.
Num belo dia, Henrique  coloca os olhos em uma desconhecida dama da corte, que imediatamente lhe chama a atenção.

Trata-se de Ana Bolena (interpretada por Natalie Dormer, a gente até então podia encontrá-la atuando em Game Of Thrones), a bela filha de Thomas Bolena, Conde de Wiltshire.

O Rei logo começa a cortejar a moça, e Ana não demora a corresponder o interesse, mas sendo inteligente como era, e orientada por seu pai e irmão, trata de proteger a perseguida, mantendo assim o interesse do seu pretendente, e não se tornando apenas mais uma na longa lista de conquistas reais.

Ana quer ser nada mais, nada menos, que a Rainha da Inglaterra, colocando Catarina de Aragão para escanteio. E ela consegue instigar Henrique, o enlouquecendo e seu reino junto para conseguir o que queria. Henrique VIII, louco de amor, decide pedir a anulação do seu atual casamento, já que sem isso não poderia unir-se a Ana Bolena e assim consumar a relação.

Divulgação/Showtime

Divulgação/Showtime

Henrique, perde seu filho pela doença do suor, filho de uma relação extra-conjugal, e Ana quase morre também, mas para tristeza de Catarina, ela resiste. Para sua raiva, a Igreja Católica, após longo debate, comete a temeridade de recusar o pedido real.

É a oportunidade perfeita para Thomas Cromwell, conselheiro real e intrigante de plantão, soprar ideias protestantes na orelha atenta de Henrique. O plano era romper em definitivo com a Igreja Católica e assim acabar com a submissão do rei inglês ao Papa. Em substituição, seria fundada a Igreja da Inglaterra, devidamente assentada sobre ideais protestantes, e na qual o Rei seria a autoridade suprema, decidindo o que melhor lhe conviesse em assuntos religiosos. Inclusive anulações de casamento. Thomas entrega um livro para Ana, e então ela começa a colocar ideias e controvérsias em sua mente, dizendo que o rei era o representande de Deus na terra.

A partir daí, a série prossegue acompanhando a evolução das intrigas políticas, religiosas e amorosas, a oposição de Roma e da Espanha (que não queria ver Catarina destronada), a ascensão dos protestantes e de Ana Bolena nas graças do Rei, e o duelo Thomas Cromwell versus Thomas More (Filósofo, e defensor assíduo do Cristianismo).

Enfim, resenhei somente a primeira temporada, mas as outras são fantásticas também. É só pra incentivar a assistirem, e se apaixonarem por essa série assim como eu. Pra quem gosta de Reinos, Reis, Imperadores e toda aquela intriga rolando, The Tudors é pra você.
Aproveitem que ela só tem 4 temporadas e que é finalizada. Dá pra assistir bem rapidinho.

Se você tem alguma série e que queira ver resenhada aqui, só deixar um recadinho pra gente.
Beijos e até a próxima.

02 jun, 2016

Precisamos falar sobre Jane (a virgem)

Recentemente recebi um novo título de série, por e-mail, da Netflix. Já tinha escutado falar, aí pelas interwebs e ao ler a sinopse de novo, me interessei e cliquei para assistir.

Apresento-lhes Jane, The Virgin:

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Netflix/CW/Divulgação

Sinopse:
Quando Jane (Gina Rodriguez) era mais nova, a avó dela a convenceu de duas coisas: telenovelas são a melhor forma de entretenimento, e mulheres devem proteger a virgindade a qualquer custo. Agora, aos 23 anos, a vida de Jane tornou-se tão dramática e complicada quanto as telenovelas que ela sempre amou, após uma série de surpreendentes eventos que fizeram com que ela fizesse, acidentalmente, uma inseminação artificial.

A sinopse resume muito bem a série, que é cheia de drama latino como as novelas que estamos acostumados a acompanhar (Qualé, vocês não assistiram La Usurpadora?). Curiosamente, é uma adaptação da telenovela venezuelana (que foi exibida no Brasil) Juana, la virgen, que também foi adaptada para a TV americana, em espanhol, La virgen de la calle.

Jane Villanueva é uma garota que vive uma vida simples com a mãe, Xiomara Villanueva (Andrea Navedo), e a abuela – que entrega uma flor branca para simbolizar a virgindade da garota –, Alba Villanueva (Ivonne Coll), tentando conciliar a vida de garçonete em um hotel luxuoso com os estudos e o namorado, Michael (Brett Dier), que é detetive e esconde alguns detalhes de sua profissão… às vezes.

A coisa toda começa a acontecer quando Jane descobre que está grávida – ainda virgem – por causa de uma inseminação artificial feita por engano, no lugar de um exame ginecológico. O curioso (e irônico) é o pai: Rafael Solano (Justin Baldoni), um carinha com quem teve seu primeiro beijo, há cinco anos, e ficou de ligar para ela no dia seguinte – mas não ligou.

Mais curioso ainda é que ele é o dono do hotel onde Jane (pasmem) trabalha! Petra (Yael Grobglas), esposa dele, tenta de tudo para que fiquem com o bebê, já que o sample de esperma do marido é único, por conta de um câncer que teve anos atrás. Hahaha! Digam-me se é ou não é um trama digno de Televisa?

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CW/Divulgação

É claro que temos outros personagens (e às vezes dão um pouco de raiva também) como: o galã de telenovela Rogelio de la Vega (Jaime Camil), a ginecologista Luisa Alver (Yara Martinez) e as versões mirim de Jane.

Não tem como não sentir afinidade com essas pessoas misteriosas altamente carismáticas de Jane, The Virgin. Quando percebo, já assisti a três episódios sem parar!

Ah, além de todos os dramas pessoais e familiares, o enredo é envolto em investigações policiais, atrás de um esquema de tráfico de drogas. (!!!![!!!!]!!!)

Eu sei. Eu também fiquei perplexa. (CW/Divulgação.)

Eu sei. Eu também fiquei perplexa. (CW/Divulgação)

A primeira temporada já está disponível na Netflix e a série foi renovada para a terceira, pela CW.

19 abr, 2016

“Sense8”, série original da Netflix

Olá, pessoas! Mais uma resenha nessa linda terça-feira! Convenhamos que o feriado veio dos céus! Enfim, hoje resolvi diversificar. Não irei falar de livros, mas sim de uma série que comecei a assistir e fiquei apaixonada!

Trago hoje pra vocês sobre Sense8, produzida pela Netflix.

Divulgação.

Divulgação.

De início fiquei meio receosa. Aquele pré-julgamento que todo mundo tem.
Mas Sense8 liga a vida de 8 pessoas:

Will que é policial e vive em Chicago.

Riley, uma DJ nascida na Islândia que mora no Reino Unido.

Caphebeus, motorista de van em Nairobi na África, trabalha para conseguir comprar os remédio de sua mãe, que é portadora de HIV.

Sun, uma coreana, economista e filha de um magnata, seu hobbie é praticar kickboxing.

Lito, ele é ator, gay, e vive na Cidade do México com seu namorado.

Kala, ela é farmacêutica, hindu e Indiana. Fervorosa na fé, busca uma solução para se casar com o homem que não ama.

Nomi, que é transexual lésbica, hacker e vive em São Francisco com a namorada.

Wolfgang, um serralheiro, mas um exímio arrombador de cofres que vive com seu melhor amigo em Berlin, Alemanha.

Tudo começa com uma loira misteriosa cometendo suicídio, em um colchão sujo, aparece um médico estranho de cabelo branco de um lado, e o namorado dela do outro. Para escapar do controle mental do médico e salvar o grupo dos 8 que acabaram de “nascer”, ela enfia uma arma na boca e se mata. Após isso, os personagens começam a se ligarem uns aos outros. A princípio, não entendem como funciona, mas no decorrer do tempo aprendem a usar melhor seu dom.

No começo os 8 não se conhecem, porém compartilham as mesmas emoções e aos poucos, vão criando ligações e aprendem a se comunicarem. As pessoas ao redor, até estranham por vezes, por eles aparerecem conversando sozinhos, em um certo episódio, até beijo compartilhado, para quem está de fora, pensa que é indício de loucura.

Divulgação.

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Em um episódio achei bastante interessante a forma como uma simples música mostra a ligação deles: Riley sentada na rua, coloca música com fone de ouvido, os outros sensate começam a escutar a música na cabeça; começa a música no karaokê do Wolfgang; Lito deitado na cama com Hernando e Daniela; Capheus dirige; Sun toma banho; todos começam a cantar com a música; Will procura por Nomi no computador e canta; Nomi deitada na maca cantando; Kala se projeta para perto de Wolfgang no karaokê, ele se projeta no quarto dela e cantam juntos; Nomi no táxi se projeta para perto de Riley e elas começam a cantar.

Esse médico “do mal” que aparece no primeiro episódio quer destruir as pessoas que nascem com esse fator, e para isso, manipula a família dos dotados e impõe que eles possuem uma doença rara no cérebro e que precisariam operar, mas todos que são operados entram em estado vegetativo.

Nome, diagnosticada pelo tal médico, é primeira a incorporar um dos integrantes do grupo e se salvar, mas continua vivendo em constante perigo. Ela chega a conhecer um homem que foi operado por ele, e fica assustada com seu estado vegetativo.

A relação de cada um deles vai se desenvolvendo, e mostrando a realidade nua e crua. O que fazem para sobreviver, e as experiências compartilhadas. Todos os personagens possuem características bem próprias.

Sense8 conquistou uma legião de fãs pela forma como retrata a realidade de cada um, seus dramas e seus instintos de sobrevivência. A série vai criando dimensões e traços em seus 12 episódios com duração em média de 50 minutos cada. Por enquanto temos somente a primeira temporada, mas a segunda já está a caminho.

Divulgação.

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Não saberia escolher apenas um personagem para gostar mais do que os demais, mas em questão de identificação, Sun com toda certeza seria uma personificação de algo que guardamos de irônico por dentro. Me encontrei nela, em sua força, sua predestinação e, claro, sua ironia, o que a tornam uma personagem sensacional. E Caphebeus, a forma como ele cuida de sua mãe e busca de todas as formas prolongar sua vida e diminuir seu sofrimento, trabalhando dia após dia na van, o torna outro personagem cativante.

Recomendo muito a vocês que assistam e me contem o que acharam da série.

Até a próxima!

15 abr, 2016

Unbreakable Kimmy Schmidt, segunda temporada

Ano passado estava à procura de uma nova série de comédia para assistir. Morro de preguiça de baixar episódios ou assistir pela tv, até porque tv a cabo é só na sala e no quarto que não é meu, então vivo de Netflix mesmo.

Unbreakable-Kimmy-Schmidt-Season-2

Daí minha amiga lá do serviço me indicou Unbreakable Kimmy Schmidt. Fui atrás do teaser/trailer da série e descobri que já tinha visto e não entendido absolutamente nada. Segue abaixo:

Unbreakable… They’re alive, damnit! It’s a miracle! Unbreakable… They’re alive, damnit! But females are strong as hell. Haha

Sinopse: Após quinze anos em um culto, Kimmy (Ellie Kemper) é resgatada e recomeça a vida em Nova York. Munida de uma mochila, tênis de luzinhas e livros datados de uma biblioteca, ela se depara com um mundo que achava que nem existia mais.Ingênua porém resiliente, a ex-reclusa não deixará que nada atrapalhe seu caminho e não demora a encontrar um emprego (trabalhando para Jane Krakowski), alguém para dividir um apartamento (Tituss Burgess) e uma nova vida. O elenco também inclui Lauren Adams, Sara Chase, Sol Miranda e a ganhadora do Emmy, Carol Kane.

Os personagens são super divertidos; Kimmy parou no tempo por ter ficado trancafiada no abrigo e sempre comete gafes e inocências por ter uma lacuna de tempo muito grande em sua vida; Titus é frustrado, de certa forma, por nunca ter conseguido estrelar num musical da Broadway, apesar de ter talento para tal; e eles têm referências dos anos 1990 e nerd, igual à nós! Haha! (MMMNop, badubadop ba doo nop)

Graças aos deuses da série (entenda a referência, antes de qualquer coisa, obrigada), a segunda temporada estreia hoje no Netflix, e todos os episódios já estão disponíveis!

unbreakable

A sitcom é estrelada por Ellie Kemper, Tituss Burgess, Carol Kane e Jane Krakowski, e foi renovada para a terceira temporada! Bora assistir?