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16 fev, 2016

Tercinha da resenha: “Como eu era antes de você”, por Jojo Moyes.

Vamos para nossa terça-feira de cada dia.

Fiquei pensando em qual livro resenhar hoje, tentando puxar algum da memória, até que resolvi falar sobre esse. Tenho uma lista com os livros que mais valeram a pena ler — esse consta na minha lista –, e do nada se tornou um dos meus preferidos, não só pelo enredo, mas pela combinação de fatores que o deixaram especial. Portanto, aqui está um pouquinho da minha perspectiva de “Como eu era antes de você”.

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Sinopse:

“Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.

Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento.

O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.”

Titulo: Como eu era antes de você
Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 320
Compre na Amazon: FísicoDigital
Adicione no Skoob: Nacional | Original

Como dizem que a primeira impressão é aquela que fica, tive que mudar de opinião.
A capa do livro em suma é bem singela, mas isso não diminuía a grandeza das palavras que o continham.
O ditado certo para esse livro seria, nunca julgue um livro pela capa. O seu título diz tudo.
Esse livro é uma verdadeira montanha russa de sentimentos. Ele abrange tantas coisas, amor, doação,
luta, renuncia, esperança, dedicação e novas perspectivas. Cada um dos protagonistas te envolve de uma
maneira única, não é a toa que virou filme, e logo estreias nas telas dos cinemas.
Will Traynor e Louisa Clark, eles são a prova que o amor brota de onde menos se imagina, e a forma pura
como cada um deles o sente é encantador.
Se surpreenda com a força dessa relação.

“Às vezes, você é a única coisa que me dá vontade de levantar da cama.”

Will era um homem despretensioso e cheio de vida, adorava aventuras, mas sua vida muda completamente quando sofre um acidente, em uma noite chuvosa, ficando então tetraplégico.

Dois anos depois, Louisa, perdendo seu emprego no café e ficando desempregada, acaba arrumando um emprego, como cuidadora para um deficiente, que por acaso é Will. O contrato de trabalho tem duração de seis meses, e é justamente neste período que a vida dos dois muda pra sempre, e eles nunca mais serão os mesmos.

A autora consegue mostrar as diversas dificuldades enfrentas por quem tem deficiência ou quaisquer limitações. Ela nos faz refletir, mostrar que não importa sua condição, qualquer um consegue viver com ela, enfrentar seus obstáculos, dia após dia. Will, perdeu o gosto pela vida e acabou desistindo de lutar, assim como muitos por aí o fazem. Will quando desabafa seu ponto de vista, nos faz entender o que cada pessoa com essa condição passa, e na maioria das vezes, as limitações começam na cabeça de cada um, quando pensa em tudo o que não pode fazer, e não resistindo às outras diversidades. Quando Louisa chega, ambos mudam sem perceberem, ela aparece
no momento crucial, quando ele mais precisava.

Ambos mostram perspectivas que eles mesmos limitavam, ela lhe dá esperança, e ele um novo horizonte. A forma como eles descobrem o amor, simples, mas fascinante.

E, não se enganem, é difícil segurar as lágrimas quando se lê a última frase e fecha a capa do livro. O aperto ainda permanece, quando me lembro da história.

Não deixem de ler, coloquem na lista de leitura, porque vale muito a pena. E corram para o cinema, e assistam, o filme tem estreia marcada nos Estados Unidos para o dia 03 de junho desse ano, em breve chega nas telonas brasileiras.

Jojo Moyes fez um trabalho maravilhoso, uma escrita impecável e com riquezas de detalhes. Will e Louisa mudaram a vida de muitas pessoas por aí, tenho certeza.

Vejo vocês na próxima!

09 fev, 2016

Tercinha da resenha: “O Livro de Ouro do Carnaval Brasileiro”, por Felipe Ferreira

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Titulo: O livro de ouro do Carnaval brasileiro
Autor: Felipe Ferreira
Editora: Ediouro-Singular
Número de páginas: 420
Compre na Saraiva: Físico

Foi bom te ver outra vez
Está fazendo um ano
Foi no carnaval que passou
Eu sou aquele Pierrô
Que te abraçou, que te beijou, meu amor
Na mesma máscara negra
Que esconde o teu rosto
Eu quero matar a saudade
Vou beijar-te agora
Não me leve a mal
Hoje é carnaval… ♫
(Máscara Negra, de Zé Keti e Hildebrando Matos, 1967)

Por hoje ser carnaval, e como brasileiros natos ou naturalizados que somos, nada melhor do que apreciarmos essa festa popular. Carnaval nos remete a algo superior, não importa sua etnia, sua raça, crença, sexo, o que vale é se jogar sem medo, e é isso que torna esse clima naturalmente saudável: Ser você mesmo.

O livro que escolhi compartilhar com vocês, foi lido por mim há certo tempo, como estamos nessa festividade, lembrei-me dele e as razões que me fizeram falar sobre o mesmo. O Livro de Ouro do Carnaval Brasileiro, escrito por Felipe Ferreira, é um produto de anos de pesquisa; A obra é uma visão inédita e contemporânea do Carnaval brasileiro, capaz de expressar muito do que fomos, somos e seremos.

Sinopse:

Quando confetes e serpentinas colorem ruas e salões e a bateria arrepia até quem não é muito de samba, está em cena a maior festa popular do mundo. Assim o Carnaval brasileiro é conhecido nos quatro cantos do planeta. Entretanto, paralelamente à alegria e à descontração dessa festança, existe uma bela história até então pouco abordada pelo mercado editorial brasileiro. Este livro aborda a história do carnaval desde seu surgimento, na Idade Média, até o advento da Internet, passando pela organização da festa nas principais cidades do país. Traça um amplo e surpreendente painel da cultura brasileira e contém informações inéditas e análises capazes de agradar tanto ao estudioso compenetrado quanto o folião mais animado.”

A história começou no ano de 604 quando o papa Gregório I deliberou que, num determinado período do ano, os fieis deveriam deixar de lado a vida cotidiana para, durante um certo número de dias, dedicarem-se exclusivamente às questões espirituais. Todo esse evento durava em torno de quarenta dias, lembrando os quarenta dias de jejum e provações passadas por Jesus no deserto antes de iniciar o seu ministério apostólico.

Por causa disso o período ficou conhecido com o nome de “quadragésima” ou “quaresma”. A usança foi-se espalhando, até que no ano de 1901, época do papa Urbano II, foi realizada uma reunião dos representantes dos representantes da Igreja – chamada de Sinodo de Benevento – na qual se decidiu, entre muitas outras coisas, que estava na hora de escolher a data oficial para o período da Quaresma.

O primeiro dessa sequência de dias passa a ser chamado de Quarta-feira de Cinzas, em vista do costume, que até hoje perdura, de se marcar a testa dos fiéis com uma cruz feita com as cinzas de uma fogueira, em sinal de penitência. A partir daí, estava legalmente decretado que durante os quarenta dias de privações os fiéis deveriam esquecer os prazeres da vida material e dedicar-se a elevar seu espírito a Deus e a meditar sobre Cristo e sua ressurreição, que seria festejada no fim da Quaresma, no domingo de Páscoa.

Bom, esse livro apesar de falar da história do carnaval é bem informal, agrada até quem não é chegado em história e sim ao carnaval propriamente dito. As mudanças que ocorreram no Brasil refletiu muito no carnaval, transformado-o no que é hoje! Um carnaval sem diferenças, com todos envolvidos em prol de um bem maior que é a celebração desta data festiva. Portanto, se estiverem com tempo, ou até mesmo sem, pausem um pouco o que estiverem fazendo e leiam este livro, garanto que não irão se arrepender!

Beijos, e até a próxima!

02 fev, 2016

Tercinha da resenha: “True”, por Erin McCarthy

Olá! Sou a Vanessa e, a convite da fofíssima Fran, farei resenhas de livros que tenho lido ultimamente ou aqueles que guardo com carinho em minha memória, afinal de contas um livro pode abrir um mundo de descobertas.

O livro que escolhi hoje não é muito o meu gênero de leitura, mas por indicação resolvi me aventurar.
True é um livro do gênero New Adult, ele já está há um tempo no mercado. Aproveitei minhas férias para ler. Confesso que fiquei com um pé atrás. Ler algo desse gênero. Mas…

True, Erin McCarthy

True, Erin McCarthy

Título: True (True #1)
Autora:
 Erin McCarthy
Editora:
 Verus | Grupo Editorial Record
Ano de publicação: 2015
Número de páginas: 258
Compre na Saraiva: Físico | Digital
Adicione no Skoob: Original | Nacional

Sinopse:

“Quando as colegas de quarto de Rory descobrem que a tímida e estudiosa garota nunca passou uma noite com um homem, decidem que vão ajudá-la a perder a virgindade contratando o confiante e tatuado Tyler para fazer o serviço, porém sem o conhecimento dela. Tyler sabe que não é bom o bastante para Rory. Ela é brilhante, enquanto ele está lutando para se formar na faculdade e conseguir um emprego, para, então, poder tirar seus irmãos mais novos da mãe drogada. Mas ele acaba aceitando a proposta, pelo menos como uma oportunidade de conhecer Rory melhor. Há algo nela que o intriga e o faz querer ficar por perto — mesmo sabendo que não deveria. Divididos entre o bom senso e o desejo, os dois se veem envolvidos em uma relação apaixonada. Mas, quando a família desajustada de Tyler ameaça destruir seu futuro — assim como o dela —, Rory precisa decidir se vai cortar os laços com o perigoso mundo do namorado ou se vai seguir seu coração, não importa o preço a pagar.”

Queimei a língua. True é simplesmente apaixonante. Fiquei em uma linha de fogo com a protagonista Rory, um verdadeiro caso de amor e ódio. Nunca gostei de uma principal dependente, ainda mais romanticamente falando, ainda mais drama assíduo entre os protagonistas.

Rory, ao descobrir o que suas amigas fizeram, ao invés de ficar chateada e jogar tudo no ventilador, contraria todas as expectativas e guarda para si mesma. Ao mesmo tempo em que deixa transparecer sua fragilidade, ela sempre está ali para aqueles que precisam dela, independente da circunstância. Tyler é outra surpresa, se você pensa que ele é o típico cara que se acha melhor que qualquer um você está redondamente errado. Principalmente no que se refere a relação entre Tyler e seus irmãos. Ele vive numa verdadeira balança de emoções. Sua mãe dependente química e frustrada, desconta tudo nos irmãos de Tyler, mas ele, em momento algum, desiste dos seus irmãos.

Um dos motivos da história ter me encantado foi justamente essa relação de amor entre os irmãos. Sabemos que é muito difícil enfrentar tudo, ainda mais tendo um dependente químico para tentar um meio de recuperá-lo, agora imagine isso acontecendo no convívio de crianças, e você não pode tirar seus irmãos de lá, porque corre o risco de ir para um abrigo e nunca mais vê-los. Isso que Tyler enfrenta todos os dias: o medo de perder seus irmãos o torna lutador, dia após dia enfrentando seus demônios. Porém, ele encontra a ajuda de Rory e juntos eles descobrem o verdadeiro significado da palavra “True”.

Apesar dos altos e baixos, acredito que True serve como uma lição, passa por cima do “New Adult”, simplesmente por mostrar aquilo que podemos acompanhar de perto, mostrar que a vida tem um valor imensurável, e que todos nós possuímos demônios ao longo de nossa jornada, mas que com ajuda e motivação certa, conseguimos enfrentá-los.

True foi traduzido pela Editora Verus e está disponível aqui no Brasil.

Até a próxima resenha!

05 jan, 2016

“Star Wars – O Despertar da Força” na estreia (e uma em Imax)

Na pré-venda do negócio todo, meu irmão, um dos maiores fãs da saga que conheço, comprou ingressos para a estreia, 17 de dezembro à meia-noite e um. Como dia 18 era meu último de serviço antes das férias coletivas, topei quase de cara a me aventurar assim, levando em conta os fatos de que eu sinto muito sono naturalmente e de que o filme tem duas horas e meia.

Eu, vestida para matar... Kylo Ren (?)

Eu, vestida para matar… Kylo Ren (?)

Lá fomos nós, mais a namorada dele, pegar um táxi para ir ao Atrium Shopping, em Santo André. Assim que chegamos lá, o segurança pediu os ingressos para nos deixar entrar e meu irmão colocou o capacete de stormtrooper que adquiriu há um tempo. Achei que não veria nerds fantasiados, além dele, no recinto – por ser um shopping bem afastado do centro e tudo mais –, mas logo um cara veio correndo na nossa direção com um sabre de luz vermelho, gritando “Stormtrooper! Stormtrooper!”. Desatei a rir. O cinema é relativamente longe da entrada do shopping, então várias pessoas que ainda estavam por lá ficaram meio assustadas, xingando mamãe em seguida do pulo.

Star_Wars_The_Force_Awakens

Quando chegamos ao Cinemark, vários – eu disse VÁRIOS – personagens apareceram fantasiados de pessoas normais. Não, pera. Várias pessoas brotavam sei-lá-eu-de-onde, fantasiadas. Umas republicanas, outras do império, alguns jedis, alguns siths… Eu estava achando o maior barato; depois da CCXP, creio eu que foi o evento mais teve pessoas fantasiadas aqui em SP em 2015.

Do lado de fora estava friozinho – tenho quase certeza de que foi uma das madrugadas mais frias de dezembro –, porém lá dentro estava el infierno. A maior sacanagem da semana, com certeza, foi desligarem o ar-condicionado do andar do cinema e ignorarem o fato de que todas as salas estavam lotadas e grande parte das pessoas estava de máscara, capacete ou com a fantasia completa de algum personagem.

Levys & Gabis

Levys & Gabis

Seguimos para nossos lugares e observamos a sala do cinema sendo preenchida de forma rápida. Logo estávamos todos de óculos 3D, ainda não preparados para o que viria a seguir, mesmo tendo esperado por muito, muito tempo. Algumas informações de segurança e três trailers do universo geek depois (sem anúncios!), pudemos ver o logo da LucasFilm na telona, seguida de aplausos e assovios por parte da plateia.

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Divulgação (Disney/Lucasfilm)

Não consigo descrever meu sentimento quando a frase “A long time ago in a galaxy far, far away…” e a abertura clássica de Star Wars, com a trilha sonora (mais perfeita, impossível) apareceram. Lágrimas, contenham-se.

Eu olhava para meu irmão ao meu lado e via que ele estava sem reação. Todos na sala estavam. Era tudo muito novo! Após décadas esperando por um desfecho real, estávamos todos ali, contemplando a mais nova obra de J. J. Abrams (com um frio no estômago por não sabermos o que esperar).

Chewie e Han Solo

Chewie e Han Solo (Divulgação | Disney/Lucasfilm)

A segunda vez que assisti foi na quarta-feira da semana passada (30), com meu amigo. Nós fomos ao Imax do Bourbon Shopping, na Pompeia, lá perto do trampo. Confesso que mal dormi à noite desta vez, pois estava ansiosa para apreciar a obra com vídeo e áudio muito melhores – além de que na estreia eu estava com muito sono e perdi alguns detalhes.

Daqui para baixo há spoilers sobre o enredo e o desfecho de alguns personagens muito, muito importantes. Se você não assistiu ainda, sugiro que: 1) não termine de ler 2) e vá ao cinema mais próximo investir duas horas e meia do seu tempo livre para assistir esta obra.

!!! ALERTA DE SPOILERS !!!

Noooooo!!!

Noooooo!!!

!!! ALERTA DE SPOILERS !!!

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08 dez, 2015

Tercinha da resenha: Wicked em Londres

Quem me conhece bem sabe que sou doida por musicais. Não assisti a muitos no teatro, mas a maior parte dos meus DVDs e blu-rays é constituída deles.

Uma paixão antiga, que não está disponível em filmes, se chama Wicked e eu tive o imenso prazer de assistir, como presente de aniversário, quando estive em Londres.

Acervo pessoal | outtamind.com

O espetáculo tem casa fixa no Apollo Victoria Theatre, na Wilton Road, próximo à Victoria Station do metrô, desde setembro de 2006 (quase dez anos!), no West End de Londres – berço dos teatros e musicais.

Divulgação.

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A produção é a mesma da Broadway, utilizando de artifícios pesados como robôs, automação de estruturas e efeitos de luz e som, imitando a luz do dia, um lago e até a chuva.

Divulgação.

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O elenco conta com as estrelas Emma Halton (Elphaba), Savannah Stevenson (Glinda), Oliver Savile (Fiyero) e Tom McGowan (O Mágico de Oz), que não deixa nada a desejar em relação ao elenco original de Nova York (Idina Menzel e Kristin Chenoweth), a respeito de voz e atuação.

Divulgação.

Divulgação.

As apresentações acontecem oito vezes na semana e têm 2 horas e 45 minutos cada. Se quiser pegar um lugar legal, apesar de qualquer lugar do teatro ser possível assistir – diferente do Les Mis –, é bom comprar bem antecipado. Comprei os nossos ingressos em junho para assistirmos em setembro; com isso também paguei mais barato, por conta da cotação da libra e do dólar (acho que foi cerca de R$ 3 o dólar na época).

Contraditoriamente, toda quarta-feira há promoções em alguns quiosques no West End. É possível conseguir lugares bons e muito baratos, mas tem que chegar cedo nas filas das bilheterias se quiser garantir um espacinho.

Premium seats. Divulgação.

Premium seats. Divulgação.

E o que eu posso dizer desse espetáculo maravilhoso? As únicas coisas que consigo dizer é que ele supriu absolutamente todas as minhas expectativas, mesmo depois de cinco anos sonhando e escutando a trilha original, e que eu não imaginei que fosse me divertir tanto! Wicked fala sobre amizade, confiança e perseverança, deixando grandes lições para todos nós.

Não vejo a hora de março chegar para que eu possa ver Wicked em São Paulo e como se fosse a primeira vez.

Olha nóis aí!

Olha nóis aí!

Bônus¹: Espero que tenha aqui também a Oz Boutique, uma lojinha de souvenires onde comprei meu moletom mais lindo e querido desse mundo todo:

Hoodie Wicked <3

Hoodie Wicked <3

Bônus²: Escute à trilha sonora da Broadway e aqueça-se para o show em 2016 clicando aqui.


 

É isso! Espero que tenham gostado.

Digam aqui nos comentários o que acharam ou lá na página do Outtamind. ♥~

E não esqueçam de responder à pesquisa de público!