Tercinha da resenha: Wicked em Londres

08.12.2015

Quem me conhece bem sabe que sou doida por musicais. Não assisti a muitos no teatro, mas a maior parte dos meus DVDs e blu-rays é constituída deles.

Uma paixão antiga, que não está disponível em filmes, se chama Wicked e eu tive o imenso prazer de assistir, como presente de aniversário, quando estive em Londres.

Acervo pessoal | outtamind.com

O espetáculo tem casa fixa no Apollo Victoria Theatre, na Wilton Road, próximo à Victoria Station do metrô, desde setembro de 2006 (quase dez anos!), no West End de Londres – berço dos teatros e musicais.

Divulgação.

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A produção é a mesma da Broadway, utilizando de artifícios pesados como robôs, automação de estruturas e efeitos de luz e som, imitando a luz do dia, um lago e até a chuva.

Divulgação.

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O elenco conta com as estrelas Emma Halton (Elphaba), Savannah Stevenson (Glinda), Oliver Savile (Fiyero) e Tom McGowan (O Mágico de Oz), que não deixa nada a desejar em relação ao elenco original de Nova York (Idina Menzel e Kristin Chenoweth), a respeito de voz e atuação.

Divulgação.

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As apresentações acontecem oito vezes na semana e têm 2 horas e 45 minutos cada. Se quiser pegar um lugar legal, apesar de qualquer lugar do teatro ser possível assistir – diferente do Les Mis –, é bom comprar bem antecipado. Comprei os nossos ingressos em junho para assistirmos em setembro; com isso também paguei mais barato, por conta da cotação da libra e do dólar (acho que foi cerca de R$ 3 o dólar na época).

Contraditoriamente, toda quarta-feira há promoções em alguns quiosques no West End. É possível conseguir lugares bons e muito baratos, mas tem que chegar cedo nas filas das bilheterias se quiser garantir um espacinho.

Premium seats. Divulgação.

Premium seats. Divulgação.

E o que eu posso dizer desse espetáculo maravilhoso? As únicas coisas que consigo dizer é que ele supriu absolutamente todas as minhas expectativas, mesmo depois de cinco anos sonhando e escutando a trilha original, e que eu não imaginei que fosse me divertir tanto! Wicked fala sobre amizade, confiança e perseverança, deixando grandes lições para todos nós.

Não vejo a hora de março chegar para que eu possa ver Wicked em São Paulo e como se fosse a primeira vez.

Olha nóis aí!

Olha nóis aí!

Bônus¹: Espero que tenha aqui também a Oz Boutique, uma lojinha de souvenires onde comprei meu moletom mais lindo e querido desse mundo todo:

Hoodie Wicked <3

Hoodie Wicked <3

Bônus²: Escute à trilha sonora da Broadway e aqueça-se para o show em 2016 clicando aqui.


 

É isso! Espero que tenham gostado.

Digam aqui nos comentários o que acharam ou lá na página do Outtamind. ♥~

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Francine C. Silva

gosta de compartilhar amor, de trazer alegria e de dar abraços, se você precisar de um. É uma publicitária sonhadora, que transformou seu hobbie em profissão e hoje trabalha com o que mais gosta: escrever. Sempre carrega um bloco de notas e uma caneta na bolsa, vive organizando suas estantes de livros, tem um cachorro chamado Chuck Berry e é fã de musicais.



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4 Respostas para "Tercinha da resenha: Wicked em Londres"

Rebecca - 08, dezembro 2015 às (16:27)

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA QUE COISA MAIS LINDA <3 QUERO IRRR

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Diogo - 11, fevereiro 2016 às (16:38)

Francine, estou querendo ir a londres para assistir wicked como presente de casamento, me de algumas dicas de aeroporto e hoteis proximos, se possivel

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Diogo - 11, fevereiro 2016 às (16:39)

Ola Francine, estou querendo ir a londres para assistir wicked como presente de casamento, me de algumas dicas de aeroporto e hoteis proximos, se possivel

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Francine C. Silva
fevereiro 12th, 2016 em 12:37 am
respondeu:

Oi, Diogo! Ficamos hospedadas no Royal National Hotel, próximo à estação Russel Square, na região 1 do metrô. O aeroporto que desembarcamos e embarcamos de volta para o Brasil foi o de Heathrow mesmo (LHR), cerca de uma hora da região 1, de carro. É possível pegar o metrô de dentro do aeroporto, creio eu que de todos os terminais (1, 2, 3, 4 e 5), na mesma linha da que fica perto do hotel (Piccadilly Line).
O Apollo Victoria Theatre fica bem próximo à estação Victoria do metrô, que faz baldeação com as linhas District, Circle e Victoria. Para ir da Russel Square, você precisa pegar o metrô sentido Heathrow (ou Hammersmith, pode vir com um dos dois nomes), descer na estação Green Park e fazer baldeação para a linha Victoria, sentido Brixton; a estação Victoria é a seguinte. Para voltar, é só pegar a mesma linha sentido contrário, descer na Green Park, pegar baldeação para a Piccadilly line sentido Cockfosters e descer na Russel Square novamente.

Não sei se esse mapa está atualizado, mas segue: http://images2.intolondon.com/images/intolondon/transport-maps/london-underground-tube-map.gif

Olhando assim, parece impossível andar no metrô de Londres, porém é tão fácil quanto andar nas linhas de São Paulo, embora pareça confundir demais. É comum você se perder nas primeiras vezes, então sugiro que saia algumas horas antes do espetáculo.

Para comprar o ingresso, você pode ir à CVC que eles fazem a conversão para você, ou comprar pela internet, como eu fiz. Tem link neste post e está tudo explicadinho de quanto gastei na viagem etc: http://outtamind.com/2016/01/por-ai-004-planejamento-financeiro-para-londres/

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Obrigada pela visita e, se tiver dúvidas, é só chamar.

Beijinhos!

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