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21 out, 2017

5 músicas que me fazem feliz

Estava eu aqui pensando que sempre que escuto certas músicas meu coração se aquece e a felicidade explode dentro de mim de um jeito que… nem sei dizer!

É claro que (como sempre) quero compartilhar com você um pouquinho de cada coisa que me faz feliz, então trouxe aqui as 5+ que se encaixam nessa lista. Se eu fosse você, botava o fone de ouvido e vinha curtir comigo. ❤️

5. Bohemian Rhapsody – Queen

Confesso que fiquei com um pouco de dúvida sobre qual posição essa música ficaria na lista, por ser uma das minhas músicas favoritas no mundo todo! Ela parece um espetáculo musical, com começo, meio e fim, e, apesar da história ser triste, ela me anima de um jeito como poucas músicas conseguem fazer.

4. Get the Girl Back – Hanson

Hanson é minha banda favorita e já falei dela aqui algumas vezes. Quando o álbum Anthem foi lançado, em 2013, a Franzinha aqui foi à loucura, porque, né, minha banda número 1 não lançava um álbum completo havia ANOS. A parte ruim é que a única música que virou single com videoclipe foi essa. A parte boa é que a única música que teve videoclipe foi essa, porque é uma das melhores deles.

“Get The Girl Back” é basicamente um amigo dando conselhos ao outro para não perder a garota amada, porque ela é demais para ficar esperando por ele. Haha Essa música me diverte muito!

3. King and Lionheart – Of Monsters and Men

Toda vez que engato numa leitura muito boa, procuro associar a uma trilha sonora. Não trilha sonora de filme, especificamente, mas algo que me envolva mais ainda ao livro, me ajudando a não me distrair – o que é muito fácil de acontecer.

Em 2016, enquanto eu lia “O Gigante Enterrado“, do Kazuo Ishiguro (autor premiado com o Nobel de Literatura no início desse mês), escutei muito os dois álbuns do Of Monsters and Men. Escutei tanto que dividi o livro em dois na minha cabeça: a primeira parte claramente é o primeiro álbum da banda, My Head Is an Animal; e a segunda, o álbum Beneath the Skin. (Sabe que, pensando agora, acho que essas foram duas das mais inteligentes associações de trilha sonora que meu cérebro já fez).

Bom, enquanto lia “O Gigante”, como é carinhosamente chamado por mim, muitas coisas aconteceram em minha vida. Coisas boas, aliás! Então, além de associar o livro a todos esses momentos maravilhosos, também penso nos álbuns de OMAM e não tenho como não sorrir.

“King and the Lionheart”, segundo o site Genius, conta a história de dois irmãos que se amam muito e lutam juntos contra seus próprios monstros. Então acho que pode ser considerada uma história feliz. :)

2. Someday Soon – KT Tunstall

KT Tunstall foi uma das artistas que influenciaram diretamente a minha adolescência, como já contei nesse post aqui, e o álbum “Drastic Fantastic” é um dos que eu mais escutei na vida. Ele foi lançado no dia 3 de setembro de 2007, três dias antes do meu aniversário, e, de verdade, foi praticamente um presente para a jovem Francine que estava completando 16 anos de idade.

Acho que da primeira vez que escutei Someday Soon eu associei a um sonho, que já durava uns anos, que era ir para Londres. Obviamente até hoje eu lembro de mim, com 16 anos, escutando essa música e sonhando acordada em como seria sentir a brisa londrina bagunçar meus cabelos, gelar meu nariz e me fazer abraçar o corpo de felicidade. Como você já sabe, eu realizei esse sonho há dois anos, e posso dizer que a sensação sempre retorna quando escuto essa música. Mas com um gostinho a mais: eu acreditei tanto que vivi esse sonho.


1. Put Your Records On – Corinne Bailey Rae

Já trouxe essa música uma vez, na playlist London, baby!, e é por isso mesmo que estou trazendo de volta. Escutar “Put Your Records On” me lembra dias felizes na Inglaterra, principalmente o dia indescritível em que visitei Windsor e Oxford. Essa música também me traz pensamentos e questões que vivi em 2015, que foi um ano muito importante na minha vida, por tantas coisas que passei e resolvi e não resolvi e resolvi. Por todo o poder que aprendi que tenho. Para você entender, o ano começou conturbado, mas terminou tão bem…

Essa, com certeza, é a música que mais me traz sorrisos sem noção, de orelha a orelha, enquanto trafego hoje pelo transporte público de São Paulo, lendo o livro da vez.

Bônus: Playlist completa!

Você achou que eu ia te deixar sem a playlist completa? Se deixasse, não seria eu. Haha Aqui embaixo você pode encontrar a playlist que fiz no Spotify, com mais cinco músicas que me fazem muito feliz. Então basta dar play e seguir o baile!

Curtiu? Então me conta aqui nos comentários quais são as músicas que mais te deixam feliz!

24 abr, 2016

Playlist da vez: Invisible Empire // Crescent Moon

Já cheguei a falar um pouco sobre a KT Tunstall aqui no blog, algumas playlist atrás, e prometi trazer este álbum para vocês conhecerem.

(Divulgação.)

(Divulgação.)

Invisible Empire // Crescent Moon é o álbum mais recente da KT, lançado em 2013 e repleto de influências de seu primeiro álbum, com uma pegada mais country folk, diferentemente de seu antecessor, Tiger Suit. A aceitação da crítica internacional não poderia ter sido melhor; recebeu 4/5 estrelas, na média. O álbum foi totalmente escrito e produzido por KT Tunstall. Como fã, pude sentir que está mais pessoal que nunca.

O primeiro single a ser trabalhado foi “Feel it All”, em sua primeira versão, com o jam de sua banda de apoio. Após algum tempo, para promover o álbum novamente, foi lançada uma segunda versão da faixa, desta vez com um videoclipe e um arranjo mais simples, intitulada “versão do álbum”.

Citando a mim mesma no outro post:

Outro bônus: como a conheci quando era adolescente, KT Tunstall foi uma das minhas principais influências à respeito de Reino Unido e correlatos. Sempre tive o sonho de visitar os países, principalmente a Escócia e a Inglaterra, ao som de KT no meu iPod. Na minha última viagem internacional, como vocês sabem, fui à Londres e visitei algumas cidades vizinhas. Na minha visita à Oxford, escutei, sim, no meu iPod, quase dormindo dentro do ônibus. ♥ E, no meu primeiro night out, que foi num pub próximo ao hotel, assim que botei o pé lá dentro, pude escutar Feel it All, que faz parte do último álbum da deeva, Invisible Empire // Crescent Moon

Os outros dois singles trabalhados, em ordem cronológica, foram “Invisible Empire” e “Made of Glass”.

Made of Glass é uma de minhas músicas favoritas por toda sua melancolia e intensidade.

Graças a Deus, KT Tunstall anunciou há alguns meses que seu novo álbum de trabalho está em produção e que, muito em breve, poderemos desfrutar dele. Não vejo a hora!

(Divulgação.)

(Divulgação.)

Bônus: para cada álbum, KT lança um novo website. É ou não é uma fofa?

I’m looking to the sky and I’ll be listening to the stars. And maybe thinking of you, wondering where you are… Do you know what you’ve done for me?

14 fev, 2016

Playlist da vez: Eye to the Telescope

KT-Tunstall

KT Tunstall é uma cantora, compositora e multi-instrumentista (diva, maravilhosa etc e tal) escocesa. No auge da minha pré-adolescência, conheci a divindade por conta de uma música, que vocês devem estar cansados de ouvir em filmes, séries, campanhas de moda varejo e afins: “Suddenly I See”.

O single conta com outro videoclipe também. Suddenly I See bateu records e recebeu prêmios e certificados de vendas.

Masss esta categoria não se trata de um single e sim de um álbum! A playlist da vez é um dos meus favoritos, que venho escutando muito mais desde o último domingo: Eye to the Telescope.

Eye to the Telescope foi lançado originalmente em 2004, pela Virgin Records e, aqui no Brasil, a EMI Music tomou conta do recado. Ele é pai dos singles Another Place to Fall, Other Side of the World, Suddenly I See, Black Horse and the Cherry Tree e, minha favorita, Under the Weather ♥ (apesar do ritmo da versão do clipe, e radio edit, ser acelerado).

review-KT-Tunstall

Um bônus para vocês: eu cortei meu cabelo e fiz luzes iguais às dela quando comecei a alisar o cabelo e resolvi ser rad. Minha mãe não me deixou raspar a lateral do cabelo, aliás, mas isso a gente supera e acha uma péssima ideia depois que a vontade passa — não acho bonito em mim, porém, nazamiga eu babo.

Outro bônus: como a conheci quando era adolescente, KT Tunstall foi uma das minhas principais influências à respeito de Reino Unido e correlatos. Sempre tive o sonho de visitar os países, principalmente a Escócia e a Inglaterra, ao som de KT no meu iPod. Na minha última viagem internacional, como vocês sabem, fui à Londres e visitei algumas cidades vizinhas. Na minha visita à Oxford, escutei, sim, no meu iPod, quase dormindo dentro do ônibus. ♥ E, no meu primeiro night out, que foi num pub próximo ao hotel, assim que botei o pé lá dentro, pude escutar Feel it All, que faz parte do último álbum da deeva, Invisible Empire // Crescent Moon… mas deixa isso para lá. É assunto para outro post!

Infelizmente, quando se é adolescente, você faz algumas escolhas muito, mas muito erradas, que reverberam durante sua vida adulta, quiçá forever. Em 2008, a rainha do folk pop escocês, nos fez uma visitinha aqui em São Paulo, no Via Funchal e eu, no auge dos meus 16 anos, fui comprar ingresso para assistir…

McFly

Ah, se arrependimento criasse banha…

McFly voltou ao Brasil mais três vezes e a diva…? Nada. Até hoje, nada. Ainda sonho (e muito!) com um show dela. Snif.