Posts arquivados em Autor: Francine C. Silva

21 out, 2017

5 músicas que me fazem feliz

Estava eu aqui pensando que sempre que escuto certas músicas meu coração se aquece e a felicidade explode dentro de mim de um jeito que… nem sei dizer!

É claro que (como sempre) quero compartilhar com você um pouquinho de cada coisa que me faz feliz, então trouxe aqui as 5+ que se encaixam nessa lista. Se eu fosse você, botava o fone de ouvido e vinha curtir comigo. ❤️

5. Bohemian Rhapsody – Queen

Confesso que fiquei com um pouco de dúvida sobre qual posição essa música ficaria na lista, por ser uma das minhas músicas favoritas no mundo todo! Ela parece um espetáculo musical, com começo, meio e fim, e, apesar da história ser triste, ela me anima de um jeito como poucas músicas conseguem fazer.

4. Get the Girl Back – Hanson

Hanson é minha banda favorita e já falei dela aqui algumas vezes. Quando o álbum Anthem foi lançado, em 2013, a Franzinha aqui foi à loucura, porque, né, minha banda número 1 não lançava um álbum completo havia ANOS. A parte ruim é que a única música que virou single com videoclipe foi essa. A parte boa é que a única música que teve videoclipe foi essa, porque é uma das melhores deles.

“Get The Girl Back” é basicamente um amigo dando conselhos ao outro para não perder a garota amada, porque ela é demais para ficar esperando por ele. Haha Essa música me diverte muito!

3. King and Lionheart – Of Monsters and Men

Toda vez que engato numa leitura muito boa, procuro associar a uma trilha sonora. Não trilha sonora de filme, especificamente, mas algo que me envolva mais ainda ao livro, me ajudando a não me distrair – o que é muito fácil de acontecer.

Em 2016, enquanto eu lia “O Gigante Enterrado“, do Kazuo Ishiguro (autor premiado com o Nobel de Literatura no início desse mês), escutei muito os dois álbuns do Of Monsters and Men. Escutei tanto que dividi o livro em dois na minha cabeça: a primeira parte claramente é o primeiro álbum da banda, My Head Is an Animal; e a segunda, o álbum Beneath the Skin. (Sabe que, pensando agora, acho que essas foram duas das mais inteligentes associações de trilha sonora que meu cérebro já fez).

Bom, enquanto lia “O Gigante”, como é carinhosamente chamado por mim, muitas coisas aconteceram em minha vida. Coisas boas, aliás! Então, além de associar o livro a todos esses momentos maravilhosos, também penso nos álbuns de OMAM e não tenho como não sorrir.

“King and the Lionheart”, segundo o site Genius, conta a história de dois irmãos que se amam muito e lutam juntos contra seus próprios monstros. Então acho que pode ser considerada uma história feliz. :)

2. Someday Soon – KT Tunstall

KT Tunstall foi uma das artistas que influenciaram diretamente a minha adolescência, como já contei nesse post aqui, e o álbum “Drastic Fantastic” é um dos que eu mais escutei na vida. Ele foi lançado no dia 3 de setembro de 2007, três dias antes do meu aniversário, e, de verdade, foi praticamente um presente para a jovem Francine que estava completando 16 anos de idade.

Acho que da primeira vez que escutei Someday Soon eu associei a um sonho, que já durava uns anos, que era ir para Londres. Obviamente até hoje eu lembro de mim, com 16 anos, escutando essa música e sonhando acordada em como seria sentir a brisa londrina bagunçar meus cabelos, gelar meu nariz e me fazer abraçar o corpo de felicidade. Como você já sabe, eu realizei esse sonho há dois anos, e posso dizer que a sensação sempre retorna quando escuto essa música. Mas com um gostinho a mais: eu acreditei tanto que vivi esse sonho.


1. Put Your Records On – Corinne Bailey Rae

Já trouxe essa música uma vez, na playlist London, baby!, e é por isso mesmo que estou trazendo de volta. Escutar “Put Your Records On” me lembra dias felizes na Inglaterra, principalmente o dia indescritível em que visitei Windsor e Oxford. Essa música também me traz pensamentos e questões que vivi em 2015, que foi um ano muito importante na minha vida, por tantas coisas que passei e resolvi e não resolvi e resolvi. Por todo o poder que aprendi que tenho. Para você entender, o ano começou conturbado, mas terminou tão bem…

Essa, com certeza, é a música que mais me traz sorrisos sem noção, de orelha a orelha, enquanto trafego hoje pelo transporte público de São Paulo, lendo o livro da vez.

Bônus: Playlist completa!

Você achou que eu ia te deixar sem a playlist completa? Se deixasse, não seria eu. Haha Aqui embaixo você pode encontrar a playlist que fiz no Spotify, com mais cinco músicas que me fazem muito feliz. Então basta dar play e seguir o baile!

Curtiu? Então me conta aqui nos comentários quais são as músicas que mais te deixam feliz!

11 out, 2017

Testei: Kit desamarelador, da Garnier Nutrisse

Desde minha adolescência, gosto de cabelos loiros nas pontas. Naquela época, chamávamos de “californianas”, que por sua essência eram aquelas mechas que pareciam ter sido “queimadas” por conta da água do mar e do sol e do calor intensos, num loiro bem marcado.

Hoje temos algo parecido, o “ombré hair”, que é o mesmo tipo de descoloração e coloração, só que dando um efeito degradê; do mais escuro ao mais claro, dependendo da raiz. Nesse caso, os tons são muito mais definidos que as californianas eram, mais voltados para o platinado loiro, cinza, lilás e até mesmo bronze.

Há alguns meses, resolvi voltar a usar meu cabelo com as pontas loiras, mas queria muito que o ombré chegasse ao tom cinza. Obviamente isso não foi possível, já que, pela quantidade de melanina que meu organismo produz, eu levaria cinco ou seis sessões para atingir o que queria, além de nutrir, hidratar e restaurar e muito meu cabelo entre elas. Mesmo usando máscaras e cremes para tentar platinar o coitado, não tem jeito – com o passar do tempo, todo cabelo descolorido vai ficar amarelo. Uns ficam mais, outros ficam menos, dependendo da quantidade de melanina que seu organismo produz. O meu sempre ficou péssimo, com aspecto de mal cuidado, esquecido e… amarelo. Então eu me cansava e tingia de castanho claro de novo (que é a cor da minha raiz).

Depois de conversar muito com a minha cabeleireira, chegamos à conclusão de que era preciso usar um tonalizante no meu cabelo, para que ele voltasse pelo menos à cor do ombré que fiz, já que seria preciso sempre descolorir, tonalizar, nutrir, hidratar e restaurar, e repetir o ciclo, pelo menos a cada 15 dias.

Passeando pelo supermercado com a minha irmã outro dia, já em mente que queria um tonalizante bom, encontrei em uma das prateleiras esse DIY Kit Desamarelador, da Garnier Nutrisse. Na embalagem, a promessa era que ia sair do amarelo quase água-de-salsicha para o loiro. É claro que sabemos que um tonalizante desses não abre o loiro, por conta do volume de água oxigenada que é usada – nesse caso, 10.

Incluso na caixinha:

  • Solução reveladora – Lembrando que a água oxigenada serve só para abrir o loiro que já estava.
  • Máscara colorante – Essa máscara que, juntamente à água oxigenada, irá colorir o cabelo.
  • Tratamento pós-coloração – Que você aplica ao cabelo em até duas lavagens.
  • Bula e luvas descartáveis.

Abaixo está o antes (de camiseta vermelha) e o depois (de camiseta branca).

E aí, o que achou?

06 set, 2017

Vinte e seis e contando

Por mais piegas que pareça, eu sempre fico pensando em tudo o que consegui cumprir no último ano, desde o último dia 6 de setembro, quando o relógio se aproxima das 23h59 do dia 5. É um momento só para mim, no qual eu reflito sobre coisas boas e ruins, mas que terão um reflexo bonito no meu futuro.

Engraçado que, dias atrás, uma colega confessou amar Kings of Leon (uma das minhas bandas favoritas) e me indicou uma das músicas que eu mais gosto nessa vida, que faz parte do álbum que embalou todinhos os meus 17 anos. Divertido pensar que isso já faz 9 anos, sabe? A memória auditiva que me atingiu, me trouxe exatamente todos os sentimentos que eu tinha ao escutar, no auge dos meus 17 anos, decidindo meu curso na faculdade, lendo a maior quantidade de fanfics que eu pudesse, estudando horrores para não precisar me estressar quando as provas chegassem, assistindo as novelinhas da tarde no SBT, antes de sair para as aulas de dança, de natação ou de inglês.

Se a Francine de 17 anos tivesse a chance de ter uma conversa com a Francine de 26, ela com certeza pularia de felicidade ao descobrir que vários de seus sonhos foram realizados e que muita, mas muita coisa boa ainda está por vir. Ela mostraria aquele sorriso de orelha a orelha ao perceber a mulher que se tornou. Ela escreveria textos e mais textos ao notar que sua vida se transformou de certa forma que nem ela mesma adivinharia.

E que a Francine de 27 anos seja tão feliz quanto a Francine de 26 anos vem sendo. Que ela mantenha a cabeça no lugar, que ela saiba que tem pessoas que a amam muito, que ela entenda o motivo das coisas e que ela saiba seu lugar no mundo. Muito mudou desde que a Francine de 25 anos escreveu aquele texto e eu tenho certeza que muito mais mudará quando a Francine de 27 anos ler esse texto.

Bom, feliz aniversário para mim!

25 ago, 2017

Podcasts que ando escutando

Quem é vivo sempre aparece, hein? Devo pedir desculpas pela ausência aqui no blogue, porém muita coisa aconteceu nesse tempo em que fiquei fora (que devem ser citadas nos próximos posts). MAS vim trazer indicações de alguns podcasts que escuto enquanto estou caminhando por aí ou mesmo trabalhando.

Sabe quando você não sabe mais o que escutar e, de quebra, vem aquele bloqueio lindo que te deixa travada por horas? Eu sempre tenho um podcast na manga, para escutar uma novidade (sobre comunicação, publicidade, marketing, cultura pop, a vida, o universo e tudo mais) e me ajudar a liberar a criatividade.

Primeiramente, o que é podcast?

Há alguns bons anos fui introduzida ao mundo dos podcasts e eu nem lembro como. Talvez tenha sido através do iTunes (programa no pc que eu uso para passar música pro iPod desde sempre), ou algum amigo que tenha me indicado. Enfim! Podcast é, basicamente, um programa em áudio, on demand, tipo Netflix, sabe? Você escolhe o que quer escutar e pode até adiantar o programa, sem precisar escutar tudo do início ao fim. Alguns podcasts, inclusive, têm na descrição do episódio os minutos exatos em que começam e terminam os quadros.

Segundamente, o que você escuta?

Ahhh, chegou onde eu queria!

Braincast

Tenho uma relação muito antiga com o Braincast (mais ou menos desde a metade do meu período na faculdade) de vai e vem. Geralmente fico eras sem escutar, daí do nada eu vejo a notificação no celular e volto, ouvindo todos os que “perdi”, de uma vez. O time desse podcast é um dos meus favoritos: Carlos Merigo, Luiz Yassuda, Luiz Hygino, Cris Dias, Guga Mafra e Alexandre Maron — comunicadores, comunicólogos, técnicos e afins. Não que apareçam todos no mesmo episódio (aliás, nem lembro se todos eles já se encontraram no podcast), porém levo cada um deles no coração e sempre sinto falta de um ou dois a cada ep.

O Braincast faz parte da Família B9 de Podcasts e sai quase toda quinta-feira.

http://www.b9.com.br/podcasts/braincast/

Nerdcast

Parte ativa do site Jovem Nerd, o Nerdcast também traz assuntos variados dentro das vertentes de entretenimento, ciência, empreendedorismo e outros assuntos que são abordados no portal. O Nerdcast é dividido dentro do próprio podcast, diferente do B9, que tem programas segmentados. O time de sempre é composto pelo Jovem Nerd e o Azaghal, porém convidados especiais são chamados para os episódios temáticos (como o de Dia dos Namorados, que conta com a participação da Portuguesa!!!!!). Inclusive, alguns participantes fixos do Braincast sempre são convocados. <3

https://jovemnerd.com.br/nerdcast/

Mupoca

Como uma conversa entre amigos, Mupoca traz papos dos mais variados assuntos, regados a clima de mesa de bar. O time conta com Luiz Yassuda, Tales Cione e Gabriel Prado ❤️ Cada episódio é dividido entre leitura de comentários (de portal), pauta do dia, cartinhas, outras coisas mais que colocam às vezes e… a pergunta que nunca se cala: o que é “mupoca”?

O Mupoca orgulhosamente também faz parte da Família B9 de Podcasts e diz que sai toda semana.

http://www.b9.com.br/podcasts/mupoca/

Nerdist

O podcast do site Nerdist conta com a participações especiais de celebridades (de Sofia Coppola a Benedict Cumberbatch) a cada programa. O formato é super dinâmico e divertido, entre conversas casuais e assuntos dos mais variados. Seu time é composto basicamente por Chris Hardwick, Jonah Ray e Matt Mira, faz parte do site Nerdist e é em inglês.

http://nerdist.com/podcasts/nerdist-podcast-channel/

Mamilos

Esse aqui vai contra todas as “regras” da internet e dos podcasts, em que mulheres não são líderes de canais e que quando aparecemos só falamos groselhas. Mamilos veio para quebrar paradigmas e provocar ainda mais toda e qualquer barreira ideológica. Jornalismo de peito aberto, polêmico e muito, mas muito cabeça. O time conta com Juliana Wallauer, Cris Bartis e convidados, tem episódio novo toda sexta-feira e faz parte da Família B9 de Podcasts.

http://www.b9.com.br/podcasts/mamilos/

Terceiramente, tenho interesse, como faço para aplicar?

Você precisa de um player de podcast para conseguir assinar aos canais que quer. Eu uso o que costumava ser nativo do iPhone, o Podcasts, mas um amigo recomendou o uso do Podcast Addict, para Android OS. Porém, até nos serviços de streaming, como Spotify, Deezer e SoundCloud, você pode escutar sem ter que necessariamente baixar para seu pc ou dispositivo.

A maioria dos canais de podcasts disponibilizam também em formato MP3, para download. Você pode baixar e colocar no pendrive para escutar no carro, por exemplo.

Valeu, Franzínea!

Por nada, imagina! Espero que tenha gostado e escute pelo menos alguns dos podcasts que eu indiquei. E se souber de outros, não esqueça de recomendar aqui embaixo!

30 jun, 2017

Look do dia: Inverno ♥






Não sei você, mas eu estava bem ansiosa pro inverno chegar. Realmente gosto das minhas roupas nessa estação, de sentir o ar gelado no rosto quando saio na rua e também de não morrer de calor (porque sou assim: hora sinto um frio e tanto que nem todas as cobertas do meu guarda-roupas dão jeito; hora sinto um calor do Saara e até passo mal haha).

Aqui em São Paulo não tem feito tanto frio por esses meses como fez ano passado, mas só de poder usar um suéter mais grosso e um casaquinho eu já estou feliz!

Essa sessão de fotos maravilhosa eu realizei com a ajuda do lindo do Lucas, que me auxilia com tudo sempre (obrigada ❤️). Espero que você goste! Os créditos do look estão no fim do post!






• Óculos: Óticas Gassi • Colar: Endossa Augusta • Make: Kiko Milano • Batom: Vinheli, da Quem disse, Berenice? • Tricô: Forever 21 • Calça de sarja: M.Officer • Tênis: Superstar, da adidas • Bolsa: São Paulo, da Mali


E aí, o que você mais gostou no look?